Costuro um pólo vermelho e uma Belina, já em alta velocidade, os sons dos carros passam rapidamente como memórias que vem e vão, os pontos do poste se tornam linhas, e as linhas se entrelaçam, todos os pedestres aparentemente estáticos na avenida parecem estar olhando para você, mas você não gosta de ser olhado nem observado, liguei o radio e saí da cidade, chovia bastante, alguns minutos depois olho para o lado, e no banco do passageiro surge o ancião, e diz: “Você acha que isso é seu? Acha que a vida é sua? Devolva minha vida”
Eu não vi a curva...
domingo, 4 de janeiro de 2009
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