quarta-feira, 16 de setembro de 2009

H.S.

"When I get to the bottom I go back to the top of the slide"
"I'll make a beast outta myself goddamn it"


"The perils of rock n roll decadence"

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A Hora

Essa é a hora, não tem mais ninguém, você é um ponto discreto, longe de todos e de tudo, como nunca esteve antes até o amanhecer, as luzes se apagam, e você culpa, culpa aos outros, e culpa a si mesmo, poderia entender.
As paranóias te abraçam saindo dos mais obscuros lugares, não existem mais lagrimas, já viraram razão da mesma forma que a dor virou ódio e que o ódio virou vingança. Você sente, o veneno saindo do coração e sendo jogado no resto do corpo, faz planos, frases, textos, tudo na mais perfeita arquitetura.
A hora na sua vida que você mais tem coragem, onde sábios homens com toda a razão do mundo se tornam palhaços com piadas ácidas.
Os mais amados são degolados e quem sobrevive percebe a verdadeira importância de ser. Importância injusta e desonesta, claro, os que mais te amam são deixados de lado e os inimigos exaltados.
È a hora do engano, da dor, da culpa, do ódio, da vingança.
Nunca durma sóbrio, nunca durma só!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

"Nothing elsa Matter"

Quando você morre todas as suas paranóias se acabam,  mas só quando você morre. O que era guardado se revela, e tudo faria mais sentido, se você estivesse vivo, claro, por isso funerais tem capacidades reveladoras, onde as verdades brotam de uma ou outra lagrima, ou sorriso para os mais bem aventurados ( ou filhos da puta).

Antes disso, a morte pode vir tarde demais, em um ponto onde as paranóias estão tão entrincheiradas que não se consegue mais saber o que é fato, o que é mentira e o que é paranóia. As pessoas não conversam com você, e não te tratam mal, em um ponto que você se sente apenas um coadjuvante em algumas poucas vidas, filhos, esposa, pais. Desta forma fica impossível se tomar decisões, se fazer algo, se ter certeza de algo, e as paranóias entram no seu pior estado, diria o estado terminal se fosse uma doença ( disse se fosse ) elas te guiam para diversos caminhos, alguns conseguem resistir por algum tempo, não muito longo apoiados em sentimentos como amor, tesão, paixão, cobiça.

 Mas não agüentam, param de rir, e falta de riso leva a falta de fala, que leva a falta de prazer, que termina na falta de vontade, e nada mais importa. 

segunda-feira, 13 de abril de 2009

"Somente sua opinião"

Até onde vai a ignorância? E melhor, até onde vai a fé? Assim como oportunamente o peixe de babel explica a não existência de deus com uma conexão lógica, porém obscura, as crenças, em um grau muito mais suave, confirmam sua ignorância, não digo como regra filosófica, mas sim como regra comportamental.

Eu estive pensando no que fiz pra você? Receio que nada, o que é bem pior. A novidade? È que agora eu te odeio. Circundamos ao redor do ódio, esse sim o coadjuvante dos sentimentos paranóicos, as pessoas odeiam muitas vezes não por algum motivo especifico e sim pelo simples fato de serem odiadas também, as vezes odeiam as pessoas que gostam dela e as que não gostam, as vezes odeiam somente as que também alimentam o sentimento, ou no pior caso, odeiam as que lhes gostam e gostam das que lhes odeiam. Isso é clássico e por mais que eu pense não consigo encontrar o motivo de tal inversão, ponho a culpa, mais uma vez, nas paranóias.

Existem paranóias de todos os jeitos, cores e sabores, pessoas problemáticas podem inventar milhões de paranóias, mas não seria uma paranóia inventar paranóias? Mas uma que me chama atenção é a paranóia de não conseguir conviver com o fato de que é odiado, até este ponto tudo bem, pois ninguém gosta de ser odiado (ou não). O problema vem de achar que todos o odeiam, isso sim é um problema grave, e no caso, é pior que paranóias de perseguição adocicadas por estrelas e passeios pelas florestas de Campinas. No momento que você acha, ou de fato é, odiado, as coisas ficam mais cinzas, bem aventurados os que passam por cima de tudo, e assassinos, traficante ou chatos os que convivem com isso.

As vezes simplesmente não se consegue, mesmo que se tente, as vezes não se ouve, as vezes o barulho é tanto que preferia não ouvir nada, as vezes não se enxerga e de repente os holofotes te ofuscam de uma maneira que só se faz fechar os olhos, e te senta no chão, e já não vai mais para lugar nenhum, as vezes a culpa não é sua, mas ficar se culpando por tudo é sempre sua culpa, então cale a boca, ponha uma venda e faça o que for necessário, não se esqueça do segredo, esta é só a sua opinião!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Hãn!?

Para que? Para Nóia

Para que? Para Nóia

Para que? Para Nóia

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sons Da Liberdade

Talvez a grande receita da paranóia seja simples, junte o ingrediente principal, falta de inocência com incapacidade de ler pensamentos, um pouco de curiosidade temperada com pessimismo, pois sem pessimismo uma paranóia vira nada mais nada mais nada menos do que esperança, alguma loucura ou trauma e esta pronta a sua paranóia.
Claro que relacionamentos complexos como namoros, casamentos, vizinhos e prostitutas representam, em potencial, muito mais perigo que outros, mas o real fundo do poço é quando esta vivendo uma paranóia antes mesmo de se levantar.
Você acorda, e a primeira coisa que você faz não é abrir o olho, pois isso leva algum tempo, antes disso você esta ouvindo, e o som desperta as primeiras paranóias do dia, um silencio mortal representaria um desprezo? Um possível esquecimento? Ou alguém realmente chateado pela sua ausência nos compromissos sociais rotineiros? Os primeiros sons do dia normalmente definem como andam os humores das pessoas à sua volta e o seu próprio, se não há pássaros, acordou tarde, e isso pode gerar uma série de problemas em uma vida comum, um simples atraso pode acabar com seu dia, semana, vida, ou enfim. O próximo som é o da cozinha, as cozinhas são lugares extremamente barulhentos, onde as coisas normalmente são feitas de uma maneira tão mecanizada e disciplinada que os sons que vem de lá ecoam pela casa inteira, ajudados pelas propriedades mecânicas dos azulejos, é claro, barulhos de alguém lavando a louça podem ser um convite ao seu pessimismo imaginar o mau-humor que lavar louça pode acarretar nas pessoas, ainda mais se for sua esposa. Barulhos isolados, por sua vez, representam um café da manha simples e calmo, onde tudo ainda pode estar sob controle, o barulho da porta da dispensa pode ser atordoante, de qualquer maneira, se ágüem recorre ao depósito significa que algo acabou, o leite na geladeira, o pão, a manteiga, enfim, o risco de não se encontrar isso na dispensa pode transtornar a pessoa da cozinha, e até você as vezes vivera com essa duvida até o café da manha, acostume-se. Passamos então a análise dos sons do banheiro, onde podem ser muitos, porem inconclusivos muitas vezes, chuveiro, maquina de barbear, depilar, secar cabelo, enfim, milhares de possibilidades, porem poucas coisas se diz destes sons, os sons da rua são os próximos, construções, cachorros, carros, tratores, sinais de escolas, ambulâncias, aviões, tudo, tudo isso gera paranóia, depende do seu oficio, compromisso, posto social, conta bancaria, sem contar a grande paranóia do caos urbano. Os portões, por fim, são os últimos sons que você deve perceber, tirando o de passos que geralmente levam do quarto à cozinha e da cozinha à porta da frente, e podem refletir facilmente o humor de uma pessoa, procure passos lentos pela manhã, já os portões são o fim ou te liberam para um dia livre ou te prendem para um dia de duvidas e paranóias, até que sejam feitos contatos sociais que venham, ou não, a confirmar tais problemas.
Afinal, problemas que não são nem um pouco graves se pensarmos que nesta altura nem abrimos os olhos e já temos uma impressão de tudo e todos a nossa volta, a não ser que more em um hospício.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

One Flew Over The Cuckos Nest e o medo do Capitão Mac

No fim, vai descobrir que só nos resta isto, digo, tudo se resume à paranóia, uma criança e toda sua inocência é o que é pela completa falta de paranóias, as coisas são o que são e ponto, e um velho ignorante trata a tudo e a todos como paranóias, descobrirá que os problemas se tratam na vias deste mesmo tema, os sonhos nos atentam à paranóias que não imaginávamos mas que sempre estiveram lá, o oficio gera paranóia e o prazer é um santo remédio, a política as disfarça, a TV as esconde, os médicos, ou as confirmam ou as procuram, nunca negam sua existência, pois a vida de todos depende justamente das paranóias, ainda não percebe que os policiais as reprimem, enquanto o policiais dos policiais, vulgos juízes, cuidam para que não haja nenhuma paranóia sobre as paranóias, e se as houver para que não repita.

Você pode até não acreditar no que lhe digo, mas você é uma paranóia em pessoa num entrincheirado campo de relações sociais que as usam como combustível para o ódio ou o amor. Sua vida sem as paranóias seria igual a de todos os outros, pois é a maneira com que lhe damos com elas que define o nosso comportamento, mas, não seja tolo.

Se me perguntasse qual é a prova da existência das paranóias eu diria com muita tranqüilidade, os loucos. E se me pedisse pra explicar eu lhe diria para ir à um hospício e abrir suas portas, passariam dias e ninguém saíra, pois os loucos são tidos loucos devido apenas a um defeito, eles tem medo de suas paranóias, muitas vezes dar um passo é mais difícil que ficar parado, muitas vezes dizer sim ou não é mais difícil do que ficar calado, muitas vezes se corre, se esconde, tudo por termos medo das paranóias, somos todos loucos em um mundo que os hospícios são os portos seguros, onde se encontram os mais sábios e mais corajosos pois mesmo tendo medo de sua paranóia com nós, eles são os únicos seres no mundo que as reconhecem.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sabedoria

Por nunca saber o que falar é que se cala.
E por nunca saber o que falar se fala demais.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ironman

Rahzel, essa batida sai boca à fora com mais violência:
E se este mundo for o inferno de outro planeta?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ele e Ela

Ela nunca tinha sido amada
Ele amava tudo, e todos, as coisas, animais, pessoas
Ela o amou desde o momento que o viu
Ele fazia de tudo para escutar aquelas palavras dela
Ela era muito fraca, não era fácil demonstrar pensamentos desconhecidos
Os gestos, as tentativas, as besteiras
Observava e ria com seu olhar e sua calma

Era sincera em suas lagrimas, pois não tinha certeza sobre seus pensamentos
Os quais não sabia o que significava, e tinha raiva
Raiva pois não acreditava que o amor poderia ser uma loteria

E não é
Ele sabia o que fazer, e fazia com a certeza de sentimentos bem definidos

Ela temia por ferir os sentimentos dele, sem ter culpa

Assim foram meses, anos, e ambos agüentaram

Ele não mandava cartas, nem flores, nem livros
E ela já percebia que ele não à amava mas
Ele ainda à amava
Ela não queria daquela maneira, se pudesse voltaria o que antes era
Ele não queria mais ela
Não conseguia lhe dizer tudo
E assim iriam viver, para sempre, uma prisão de sentimentos e receios

Ele cai no chão, e o sangue começa a ser visto em poças ao redor de seu corpo
Ela grita e o abraça
Ele apenas a olha até morrer
Suas ultimas palavras foram eu te amo

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

E então eu ouvi as cores.

A maldição foi lançada no meio de uma tarde de sexta feira. A caixa de cerveja no meio da cozinha, limões espremidos na pia, açucar, um balcão na piscina. A porta não trancava mais. Fomos na montanha-russa. Ainda não sei dizer onde estávamos. Era um mundo à parte. Longe da cidade, mas cercado por ela. "Intero! É isso memo que eu to falano!!!" Começo a andar pela estrada de terra. Casas se entrelaçavam com as árvores... O cérebro já estava acelerando bastante. Volto pro bar já sem muita noção do tempo, guiado pelas marteladas no ouvido. O mundo estava amplificado. O drink era azul fluorescente e o copo era a cabeça do homem-de-lata. Ainda no tronco da árvore... Eu me olhei no espelho e meus olhos eram negros. Sem íris nem córnea, apenas dois vazios. De volta em lugar nenhum, encontro os outros dois. Minha visão pairava perto das copas das árvores agora. Eu me via. Três figuras no meio da escuridão. Medo misturado com coragem. Eu queria sair andando em uma direção e não parar por nada. O turbilhão de assuntos e perguntas que surgiam de todas as frestas que meus olhos fitavam girava inexoravelmente. Eu tinha as respostas pra tudo. Tudo se destrinchava diante de mim. Qualquer gesto eu traduzia. E não conseguia parar, mesmo que quisesse. O passado se misturava... não havia ordem alguma. Falar pedregulho angústia céu saber lembrança depois nervos inútil veneno vestindo vermelho colina agonizavam calafrios pedras. Sozinho. O vento arranhava as cordas do violão. Completamente escuro. Saí andando até que avistei o carro que me procurava. Eu vi mesmo o carro? Voltei... Voltei de novo... E voltei outra vez. Deitado sobre o parapeito, bastava decidir: esquerda ou direita... Viver ou terminar. Voltamos pra montanha-russa. Havia uma planta cinza no teto... Movendo-se; crescendo e diminuindo... Arrastando-se. Florescendo e morrendo... E sujeira nas lâmpadas. O céu já estava azul novamente. Meu corpo não queria dormir.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Ela e Ele

Suas primeiras palavras foram eu te amo
Ela se acostumou a ser amada
E ele a amou desde o instante que à viu
Tremia e suava e não sabia o que sentia
Ela era muito forte para isso, apenas observava
Os gestos, as tentativas, as besteiras

Observava e controlava com seu olhar e sua calma
Era sincera em suas lagrimas, mais temerosa em seus pensamentos
Os quais não gostaria de estar pensando por pena Pena de um sentimento que ela não sabia o que era

Muito menos ele
Mas ele sabia o que fazer, e fazia estando certo ou errado

Ela temia por ferir os sentimentos dele, e por ser estúpida nos seus

Assim foram meses, anos, e ambos agüentaram

Ele não mandava cartas, nem flores, nem livros
E os sentimentos dela se tornaram pacíficos aos seus demônios
E mortais aos dele
Ela não queria daquela maneira, se pudesse voltaria o que antes era
Ele não queria mais ela
Suas fraquezas frias não podiam aflorar

E assim iriam viver, para sempre

Ele cai no chão, e o sangue começa a ser visto em poças ao redor de seu corpo
Ela grita e o abraça
Ele apenas a olha até morrer
Suas ultimas palavras foram eu te amo

domingo, 4 de janeiro de 2009

O Ancião

Costuro um pólo vermelho e uma Belina, já em alta velocidade, os sons dos carros passam rapidamente como memórias que vem e vão, os pontos do poste se tornam linhas, e as linhas se entrelaçam, todos os pedestres aparentemente estáticos na avenida parecem estar olhando para você, mas você não gosta de ser olhado nem observado, liguei o radio e saí da cidade, chovia bastante, alguns minutos depois olho para o lado, e no banco do passageiro surge o ancião, e diz: “Você acha que isso é seu? Acha que a vida é sua? Devolva minha vida”
Eu não vi a curva...

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Liu Kang

"Será que esse 1/6 vai bater?"
1/2 Caixa pra dois e a caipirinha no bule, pra um.
"Cara, você lavou a mão? Tá um sol do caraleo, toma cuidado com essa porra de limão."
Vasos quebrados, cadeiras na piscina e a mão queimada.
Essa tarde foi 1/6 de uma noite imprevisível.

O melhor de sair em outra cidade, em um lugar remoto, perdido no meio da civilização, é ser só mais um. O poblema é que não era só mais um, eramos um grupo. O no deserto quando um grupo é avistado ao longe torna-se fácil sua identificação. O deserto agora recebia pitadas de insanidade.
Na verdade o local era bem fresco, próximo a um lago. Um rock bar em pleno sítio, que só pelo caminho percorrido e por sua entrada já compesava a viajem. O interessante é que de tão escondido, a entrada em tal lugar mais parecia um chamado, impossível entrar de entrar ou o encontrar sem um guia. Após uma tentativa frustrada de reconhecimento territorial e algumas brejas, perguntei que horas eram, me responderam: "Quase meia-noite". Era a Hora. O local fresco e arejado, com cerveja gelada e clima agradável, começou a me derreter, mas me derretia numa velocidade incrível, meu coração pedia por sair pela minha boca,aquilo parecia O Inferno. A banda ficou agressiva, as pessoas começaram a bater cabeças. Minha cabeça parecia estar no meio da roda (se não a própria roda), tamanha confusão do momento.

"Cara, vo derretê. Parece que tô no Atacama porra."
"Cê não tá muito legal né, dá um pouco disso pra mim?"

O grupo já não era mais grupo, tanto que se tornou comum a pergunta: "ae, cê viu o Yohan ou o Péricles por ae?". O bizarro é que todo instante que alguém fazia essa pergunta todos se encontravam casualmente.
As duas rodas do velho oeste marcavam a saída para um novo mundo, uma estrada de terra, com eucaliptos nas laterais, que escondiam, do lado direito, um lago tentador, e na esquerda sabe-se lá o quê; esse caminho, de início, bem iluminado, tornava-se, mais a frente, desconhecido e impossível de saber o que nos aguardava.
Na escuridão fomos recepcionados por mulheres as quais a metade inferior do corpo estava enterrada e a metade superior ficava à mostra. Tal parte à mostra era acolhedora, os braços abertos com a cabeça encostando no ombro dizia: "Venha filho, não tenha medo, conte-me tudo o que se passa, suas alegrias, seus sofrimentos, seu alívio será imediato". Sofrimento foi ver que, com o aproximar, as mulheres secaram e se transformaram em troncos de eucalipto distribuídos pela mata.
Após desbravar Gaia, retornamos à selvajaria. O local estava sereno. A cantoria ao longe foi como uma hipnose, clamando por companhia. O mestre do ritual era misterioso, pouco conversava. Recebia os pedidos, concentrava-se por alguns segundos, estabelecia algum tipo de conexão mental, e iniciava o mantra certo para a pessoa certa. Ele era famoso, e quando percebeu que sua presença já não passava por despercebida, terminou instantaneamente o ritual, empunhou seu violão, desceu até as rodas do velho oeste e desapareceu.

Confundir luzes de Natal com labaderas.
Luzes de Natal, curto-circuito, árvore pegando fogo.
Será que a distância entre realidade e ilusão é tão grande assim?

Paranóia, ponte unificadora.